22.5.09

MINI DO AMAURY - Atualizado


Atualizando: Nosso amigo Rubens Leal do ótimo blog "Automobilismo Clássico" me enviou esta foto acima, mostrando o Mini Cooper sendo entortado pelo Amaury numa curva.

Atualizando II: O nobre Cézar Costa identificou que os paralamas eram de acrílico e não originais. Daí voltei à prancheta neste domingo e troquei a peça para ficar umja ilustra o mais próximo da originalidade.


Atualizando III: Atenção especial deve ser dada ao texto do Sidney Cardoso, que nos conta duas passagens sobre o Amaury nas pistas.

Sou grato pela participação de todos, os posts ficam muto mais saborosos assim.
Maurício Morais.


Gostaria de ter uma máquina do tempo e viajar para os autódromos onde correram os grandes carros que fizeram a história do automobilismo tupiniquim.
Mais precisamente, gostaria de estar nas pistas onde este carrinho disputava com grandes máquinas cada palmo de asfalto.
Devia ser uma loucura vê-lo disputando curvas e retas com grandes motores v8.

Por sorte temos o Amaury Mesquita que pilotou esta "pulguinha" inglesa e pode nos contar o que viveu. Seu Sidney Cardoso é outro que por lá esteve e foi testemunha ocular.

Então senhores vamos às penas e papéis e mata borrões para narrar a nós, neófitos, o que era ter na pista esse legítimo representante da coroa britânica.

20.5.09

CARICA DE AMIGO

Estava faltando ele, Felipe Nicoliello, eterno presidente do Puma Clube e capitão do blog do Puma.
Quando falei a ele que estava fazendo esta carica, ele achou estranho pois não sabia de onde eu tiraria inspiração para retratá-lo de maneira, digamos...jocosa, engraçada.
Realmente Felipe, sua beleza clássica dificultou um pouco o trabalho, mas com algum esforço eu consegui terminá-lo. Espero não perder o amigo.

DICA DE LIVRO - OFF TOPIC

Vou sair um pouco dos temas usuais deste blog para falr de um livro que mexeu com minha cabeça e algo mais.
A Cabana, não corro atrás de best sellers, sejam filmes ou livros, etc. Mas uma amiga me presenteou com este livro. Ela insistiu para que eu conhecesse o livro e ficou no meu pé até que comecei a ler. Confesso que li o primeiro capítulo e ...detestei.
Encontrei com a tal amiga que logo me perguntou se estava gostando da leitura.
Fui muito honesto e disse que tinha lido apenas o primeiro capítulo e que para mim já estava de bom tamanho, pois o livro era chato.
Mas ela insistiu novamente e assim fui lendo, lendo, lendo e não parei mais.
A leitura cresce e nos leva a lugares nunca dantes navegados.
Não posso falar muito mais que isso, apenas agradecer minha amiga que sabia o que estava falando. O livro é extraordinário, apesar do primeiro capítulo.

Alguém aqui já o leu? Então deixe aqui seu comentário.

19.5.09

OPALÃO 4 PORTAS





Opalão da terra de João Pessoa, sarado, 6 cilindros, modelo de 1989, 250 S, rodas Momo aro 17, e lisinho de lata. Pertence ao meu amigo Jonatham e seu pai. O carrão também frequenta o clube do Opala da Paraíba.

Merecia um pôster e ganhou.

18.5.09

ACHCAR SS





Recebi e repasso informações e fotos daquele que será um dos esportivos mais exclusivos dos próximos anos. Sucesso ao Achcar SS.

Amigos,
semana que vem passamos para a resina e em mais 10 dias tiramos a primeira carroceria.
Obrigado pelo suporte geral.
Saudações para todos,

Ricardo Achcar

13.5.09

LE PRESIDENT

Depois de chorar com as Simca abandonadas a décadas no meio do mato, é hora de louvar aquele que foi o carro dos presidentes franceses e nobres dos anos 50, o Simca Presidence.
Modelo top da marca que trazia um que de carro norte americano.
Muito charmoso e bonito mesmo. Ainda existem alguns por aí?

12.5.09

RUSIQ NA LINHA

Maurício, boa tarde.

Ao visitar (como sempre) o teu blog neste final de semana achei que devia lhe enviar este texto, do Mauro Salles (junho de 2006), para a revista 4 Rodas:

Retorno clássico

Irmão do nosso Willys Interlagos, o Alpine francês que ganhou vida e fama pelo mundo pode voltar à ativa
Por Mauro Salles

Agora me chegou às mãos a revista Berlinette Mag que conta detalhes do cinqüentenário do Alpine, comemorado em 2003 lá mesmo na cidade francesa de Dieppe e valorizado pela presença do grande Jean Redelé, amigo que não vejo há muito anos.
Desde jovem, Redelé foi um sonhador que se distinguiu pela capacidade de concretizar seus sonhos. Como os ingleses da Morris Garage, que inventaram o esportivo MG a partir dos sedãs Morris, ele também acreditava que, com base na mecânica da linha Renault, era possível criar um veículo que oferecesse desempenho de primeira linha aliando o prazer de dirigir a um preço acessível.
Seu Alpine deveria ter desenho original, com estilo sóbrio, raçudo e atemporal. Na Renault, então dirigida por burocratas quadrados e sem inspiração, não deram bola para Redelé. Assim mesmo, ele montou os primeiros Alpine, modelo A106, em 1955. O carro não chegou a fazer sucesso, mas Redelé fez alguns retoques e lançou o A108, com motor Gordini, que foi logo para as pistas dar brilho ao azul mágico dos esportivos que venceram dezenas de provas pelo mundo, inclusive o tradicional Rali de Monte Carlo.
Na época sugeri a Max Pearce - na época presidente da Willys, que aqui fabricava Dauphine e Gordini - que trouxesse o Alpine para o Brasil e montasse uma equipe de competição. Max gostou da idéia e foi ver os azuis de Redelé. Levou Christian Heinz, um dos maiores pilotos brasileiros de todos os tempos. Da viagem resultou uma grande amizade entre Max e Redelé e um projeto para montar em São Paulo uma fábrica de Alpine. Foi aí que eu entrei, criando um nome para a versão nacional das vitoriosas berlinetas. O carro deveria chamar-se Interlagos, em homenagem ao nosso principal autódromo, mesmo porque o Alpine era desconhecido no Brasil. Com o verde-amarelo da equipe Willys, o Interlagos logo dominou nossas pistas. Redelé compareceu à inauguração da fábrica do Interlagos, quando o conversível 001 foi vendido por um valor simbólico a este cronista.
Redelé acabou tendo o apoio do presidente da Renault, que propôs uma parceria com a fábrica Alpine e, para sua surpresa, foi nomeado presidente da então Alpine-Renault. A nova fábrica criou uma berlineta, o A310, que a partir de 1972 começou a tomar o espaço nas pistas que pertencera à família A110. Mesmo assim, poucos anos depois, a Renault descontinuou a linha esportiva, mas o culto ao Alpine continuou reforçado pelo símbolo criado por Redelé, um "A" bonito que até hoje enfeita chaveiros e camisetas.
Agora surge a notícia que Carlos Ghosn, executivo brasileiro que comanda a Renault e a Nissan, anunciou que entre seus planos está a ressurreição da marca Renault-Alpine e que o novo carro continuará fiel aos conceitos de custo e desempenho do projeto inicial. Ele deixou vazar que um modelo A610 com duas opções de motores poderia surgir. Que essa berlineta seja bem-vinda. Outra vez.

http://quatrorodas.abril.com.br/colunas/conteudo_138839.shtml

Atenciosamente,

Rui Siqueira

Valeu Rui, abs.

11.5.09

QUEM DEIXOU AÍ?

O Alexandre foi caçar coelho e veja o que ele encontrou. Fala Fornari.

Maurício,
Tenho um achado, bem típico gaúcho dos pampas, de andar a cavalo, cruzando os pagos e mais do que repentinamente no mato não tinha coelho para a caça, tinha uma SIMCA !

O carro está ainda lá neste momento. Sepultado pelo matagal !

8.5.09

NÃO CONFUNDA ALPINECOM INTERLAGOS

Pois é, tem gente que vai falar: Que Interlagos bonitinho!!!
Mas esse é o pôster do Alpine Renault, ou será Renault Alpine, do Dinho Amaral.
Esse modelo serviu de ponto de partida para o nosso Interlagos.
Mas quem souber pode contar a história.

6.5.09

308 GTB...PRECISA DIZER ALGO MAIS?

A ilustra terminada a partir de fotos do Sidney Cardoso.

O par perfeito pro Porsche.

O proprietário Renato Salvi a bordo da 308.

É o único interior vermelho de carro esporte que me agrada.

Sidney cardoso, Amauri Mesquita, e Vicente Domingues, no Endurance Rio 2009,
no dia em que as fotos da Ferrari foram tiradas pelo Sidney.

Agradeço ao Sidney o envio dessas fotos e de tantas outras que sempre tem enriquecido este blog.

4.5.09

CHEVETTES CLASSIC CUP



Chevettes foram minha paixão frustada nos anos de juventude. Sem idade pra tirar carta, meu pai nem me deixava falar dos chevettes de meus amigos.
Um era modelo tubarão, se não me engano ano 76, o outro era um modelo de cara nova com a grade da frente dividida em duas, acho que era de 1978. Faz tempo, né não?!
Todos dois eram lindos, do tamanho de meus sonhos.
E acabou que nunca comprei um carro desses.

Mas o chevas fascina pelo charme e carisma de carro pequeno e envocado, especialmente caras de minha geração, na casa dos 40 e pouco.

Recebi uma encomenda de ilustrar dois que disputam a Classic Cup, antiga Super Classic, em Interlagos.
São os carros de Adriano Lubisco, numeral #8 , que já vai para seu 2º pôster, e do Alexandre Chaud, do Chevas laranja, #36.

Todos os dois preparados pela Brandini Serviços Automotivos, que também cuida do Chevette #45, vermelho do André Mello, que já virou pôster por aqui.

Então, pra você que curte Chevette como eu, fique com esta "dupla dinâmica"