16.7.12

DICA DE SITE: "Templários do Asfalto"

Existe um grupo de jovens aqui em João Pessoa-PB que dá orgulho a qualquer antigomobilista que honre tal nomenclatura e enche o peito para dizer: Sou A.N.T.I.G.O.M.O.B.I.L.I.S.T.A., mesmo que o cidadão tenha apenas um carrinho antigo, meio caído, etc e tal.
Existem ajuntadores de carros antigos, às vezes caríssimos, mas que não tem 1/10º da paixão que esses garotos tem por suas pequenas jóias. Não interessa que seja um Fusca 73, um Chevette anos 90, um FIAT 147, Opala cupê, um Golzinho GT, não interessa que seja tudo nacional, preço baixo, de fácil aquisição.

Eles não enxergam suas máquinas motorizadas como forma de angariar lucro ou status. Mesmo que quisessem que status um Fiat 147 pode dar ao seu dono? Mas esse é o espírito que une os jovens
do "Templários do Asfalto".
O amor pela máquina tendo ela pedigree ou não. Simples assim.
Os Templários seguem a velha escola de estilo ou como gostam de falar Old School, why not?
E apesar de curtirem o antigo digo sem ser profeta que o futuro do antigomobilismo paraibano está nas mãos deles.

Gosto da velha escola, borracha nos pneus, rodas proporcionais ao tamanho do carro, pinturas discretas, nada de flakes, tintas vitrificadas, purpurina ou vidros espelhados, argh...

O Templários acabam de inaugurar um novo site, um primor de classe e layout, como tudo o que eles fazem.
Vale a pena a visita, clique aqui para ir lá.

2 comentários:

Henrique Sales disse...

Primeiramente venho assim como os demais cavalheiros dos Templários do Asfalto, reforçar o agradecimento ao amigo Mauricio Morais pelas suas palavras dedicadas a nós, as quais nos enchem de orgulho e ao mesmo tempo trazem uma grande responsabilidade com o nosso trabalho que prima além de tudo as amizades que fazemos a cada quilômetro percorrido neste manto negro!
Este amor como o amigo afirma, faz movemos montanhas, e hoje nos moldam como pessoas, fazendo valores esquecidos pela sociedade moderna, como a ética, a tolerância, a justiça, a nobreza de caráter e principalmente o amor a Deus serem incorporados a nós. E fazendo com que nossas “joias” tenham um valor inestimável não pelo seu valor monetário e sim por suas histórias que além de nós, cria um vinculo com todos que estão ao nosso redor!
Fazendo uma simples analogia, somos como uma semente, algo tão pequeno que com o passar do tempo consegue revirar uma montanha de terra, até se tornar uma árvore, dar frutos e constituir uma floresta! Todos possuímos sementes de coisas boas, de alegrias, de felicidade. Em alguns, ela permanece dormente, em outros, em pleno desenvolvimento a qual frutifica no seu coração e, em muitos, ela está à espera do momento de começar a. Isto significa cavar a terra do nosso coração, nos responsabilizar pela sua adubação, cuidar para que não cresça ervas daninha e espinhos, regá-las todos os dias…
Obrigado!!!

Mauricio Morais disse...

Assino embaixo Henrique. Abraços.