Se tem uma coisa que eu gosto, é trabalhar com o computador. Tirando as dores na mão que segura o mouse, as dores nas costas, de tanto ficar sentado e outras cositas más, é uma grande facilidade usar o PC para transformar em realidade o que se passa dentro da cachola.
Mas tem uma coisa de que gosto mais ainda...o desenho feito na mão!
Não existe sensação melhor que ser confrontado com uma folha de papel branquinha.
Encarando-a bem de frente, a gente viaja naquela imensidão sem horizonte ou limites. A não ser a sua própria imaginação e disposição de desbravar aquela planície imensa.
Ou seriam vales, ou ainda montanhas enormes...Depende de cada um.
Folheando uma antiga revista americana de Hot Rods, a Custom Rodder de julho de 1996, encontrei este cartoon super elaborado. Nota-se o prazer do desenhista em explorar os limites da folha branca. Você pode achar que é um estilo carregado, tudo bem, mas não pode negar que o artista mostrou toda sua paixão pelos carros e pelos traços.
Vendo este cartoon me deu uma saudade do tempo que eu desenhava com minhas canetas Hotring (é assim que se escreve?), onde foram parar as meninas??








Meus filhos Danilo no baixo e Bruno na guitarra.