30.4.07

FALA JOEL.
O grande blogueiro Joel Cesetti me mandou este e-mail:
"_Olá Mauricio!
Não esqueci do assunto "perfil de um protótipo" e cheguei a uma conclusão depois de ver a foto de uma Lola T 70, pois acho que este carro tem personalidade e tudo mais, o que você acha caro Maurício. Segue uma bela foto da Lola."


Só posso concordar com você. Essa Lola não chega a ser um Porsche 917, mas é um carro que fez história pelas pistas por onde passou. Além de ser um carro lindo! E que foto!
PERUA CORVETTE NOMAD

O Mário Estivalet matou a charada. Diz ele em sua sapiência: _O assunto realmente é meio desconhecido mas pelo menos um protótipo foi feito. Eram para ser quatro modelos da Corvette: coupe, conversivel, fastback e perua." Está aí a foto que prova o que foi dito.

26.4.07

O MAIS BONITO DE TODOS OS CORVETTES

Em minha nada modesta opinião, considero os modelos Sting Ray o supra-sumo
da beleza, em se tratando de Corvettes.
Na verdade esses carros já nasceram belos. Até as peruas da 1ª geração
eram bonitos. O que vocês acham. Dêem seus palpites.
Virou pôster. Compre logo o seu. Informações de como comprar o seu, pelo e-mail: mau917@gmail.com.

24.4.07

NÓZ FAZ TAMBÉM!


Sim, também faço programação visual para empresas. Olha gente se eu fosse viver só de "desenhar carrinhos", como dizem os incautos, estaria...bem, deixa pra lá.
O ofício de designer gráfico faz parte do meu dia a dia, criando identidade visual, folder, etc.
Este logo terminei por estes dias e inclui toda papelaria de escritório.
PORSCHE 911 ST
O piloto "nonno" Massimo Pedrazzi participa do Campeonato Europeu de Clássicos
com um Porsche 911 ST. O carro não tinha nenhuma identificação visual ou pintura.
Daí o "nonno" Pedrazzi encomendou uma pintura que lembrasse o Brasil mas que fosse bem discreta.
Para isso usei as cores de nossa bandeira com um design que lembra um pouco os carros da Porsche que eram patrocinados pela Martini-Rossi nos anos 70.
O "nonno" gostou e já mandou pintar.
Quando estiver pronto ele manda as fotos e eu publico.

12.4.07

CAMARÃO '73 DO RANCISCO

Francisco Jacarepai de Santo André está restaurando um Camaro 1973 bem no estilo Chip Foose. Saia e blusa, cromados discretos e muita beleza.
Daí que o Francisco pediu uma caricatura da bagaça.
Muscle car é comigo mesmo sô!
O resultado está aí pra todo mundo ver.
MEMÓRIAS DE UM PILOTO CONSTRUTOR


Pessoal, peguei o depoimento do Ricardo Achcar sobre sua criação, e coloquei aqui para que todos leiam e saboreiem um pouco da história por quem a viveu e escreveu. Boa leitura.

Foi na rua Teodoro da Silva com apresentação do Milton Amaral que juntaram-se vidas e trajetórias no esporte motor, Herculano Ferreirinha, Antônio Ferreirinha e no grupo, Manoel de quem me falta o nome porem não respeito pela dedicação que sempre mostrou.

Foi também pela via da capotagem espetacular na Ferradura em Interlagos que o meu co-piloto, Vadinho versão Carioca do personagem de Dona Flor e Seus Dois Maridos do Jorge Amado, vulgo pau queimado e o horror dos pais de família da época, Milton Amaral que o Simca Achcar resolveu se produzir.
Foi muito também pelo Ciro Caíres, o piloto companheiro que me passou a primeira grande lição que mudou a minha vida, sobre suspensão e ajustes, que pude adquirir um motor V-8 da Simca contra vontade do Chico Landi que tinha um certo preconceito com “os carioca cheio de firula” mas acabou deixando se convencer pelo Ciro e me deram o melhor motor de dinamômetro que havia na época no departamento de competição em compasso, creio que então a espera da chegada dos Simca-Abarth.

Tinha o dito cujo 146 HP e os tinha mesmo. A concepção do suporte interno entre-eixos do motor foi minha e mão de obra coordenada pelo Herculano com Antônio e Manoel na execução e eu enchendo o saco, conhecido por supervisão. O que pouca gente sabe é que eu havia conseguido uma caixa Colotti do Renault Rabo Quente na França e havia conseguido um feito inédito de engambelar minha mãe, radical contraria ao esporte, que trouxe “a bola de ferro” na bagagem dela.

O raio da caixa tinha um eixo piloto de 13 milímetros de diâmetro que agüentou honrosamente a potencia e o torque do motor Simca em honra ao orgulho da engenharia francesa. Era inacreditável. Nunca reclamou, piou ou rangeu. Em compensação, era seca que nem uma velha ranzinza, exigia o giro no cabelo ou não entrava nem dizia bom dia.
Além de robusta, ranzinza e berrante nos dentes retos, era invertida sexualmente. Primeira em baixo na direita ( o motor era entre-eixos) e o resto vocês adivinham. A ré era em cima na esquerda. Quem é do meio sabe daquele piloto de “ confecção de fábrica” da Willys que enfiou a invertida lá na entrada da Sul e perdeu o Norte...Era endiabrada.
Como eu já era conhecedor das mazelas do enchimento do circuito de água da Berlinetta, caixa de compensação e uma multiplicidade de sangradores estavam instalados no sistema de arrefecimento. O termo sifão da Vemag (DKW) era uma lição completa sobre arrefecimento.

Quem viveu esta época e elucubrou na criatividade sabe que rival superior, apenas a complexidade macetadissima do ajuste dos três platinados do 3=6, incrível peça de façanhas, que Deus os tenha vivo para sempre mas na história como fonte de inspiração. Quando fechavam intermitentemente o recurso era a casa Dr.Eiras ou pegar o Jorge Letry de bom humor.
A primeira opção sempre levou a melhor. E ninguém sai normal dessa experiência. Apenas melhores pilotos e surdos de um ouvido, o próximo da descarga na janela esquerda.
Perguntem ao Chico Lameirão falando no ouvido da direita por favor.

Foi por estas e mais algumas que eu determinei do alto da minha engenharia que utilizaríamos um radiador de colméia celular da Bongotti. Não sei se todo mundo sabe, não custa mencionar. Na colméia celular a decantação da água se faz num percurso em diagonal aproximadamente 30% maior do que na queda vertical. Calculando os oitos cilindros, cilindrada, cabeçote plano e circuito em geral, eu estimei que com segurança 11 litros dariam cabo da questão, especialmente pela bomba do motor que era poderosa e o radiador suportava alta pressão. Isto me permitia colocar uma tampa de radiador de 113 libras. Vamos de experiência 3=6. E assim executamos.

Adiante, no autódromo, na arrancada, o Paulinho Newland com a sua lindíssima e hoje sem preço GTO surgia encarnado no meu retrovisor se bem que bafo no cangote, tome de Sul. Coisa de historia. Até eu gosto de ler, dá mais arrepio.
Tudo doido, criativo, corajoso, imprevisível com a morte de copila. Passava na reta e o Antônio abusava dos tamancos, na época indumentária de defesa, quando a coisa ficava preta e sacava os dois e sai de perto. Dava quase cambalhotas e polegar imenso surgia quase no meio do parabrisa.
Herculano, mais gelado e também menor, botava um sorriso ritualista e ficava na dele e o Manoel compartilhava do Antônio dando suporte para ele não ser atropelado.

De repente, não que a morte se pronunciasse mas era meio como. Bumba, a mangueira superior de saída do motor se soltava do radiador. Podia ser a mangueira inferior. Mas não dizia a morte! Tem que ser a de cima que é mais quentinha...E o meu cangote era premiado com um jato de vapor, água e berro de motor, tudo quentinho.
Aí, estava na pista aquele insolente jornalista. Na terceira mangueirada que eu levei o nome ficou. “Vem quente que eu estou fervendo” . Não insistam e não encham o meu saco: Não vou dizer o nome desse analfabeto que provavelmente escrevia o meu nome com “x”. Passaram-se quatro anos mais ou menos.

O Antônio já usava calçados robustos, discretos e militarescos. Os tamancos se foram, provavelmente na cabeça de alguém. Mas, o fato é que já era campeão e a assombração de muitos preparadores de motor.
Uma noite, sem saber porque, entrei no nosso Box e encontrei o Antônio namorando um pistão embevecido. Tirei-o da letargia, cara doente, e dei-lhe o que eu chamo de ordem. Acho que nem ele sabe porque me atendeu.
Digo isso porque não veio com rabugisse e impropérios lusos. Me atendeu. Acho que ele também não sabe porque, mas o Antônio lia os meus instintos coisa que eu não sabia fazer. “Tira esse radiador que eu quero ver uma coisa”. Silencio e execução. Fiquei preocupado. Antônio retirou o radiador botou na bancada e olhou para minha cara. “Pega essa garrafa de litro e enche essa coisa.” Antônio, ainda calado, encheu. Deu 7 litros.
Fechamos o Box e fomos para a Montenegro, hoje Vinicius de Moraes, no Garota de Ipanema. Tomamos todas e eu ouvi a noite toda resignado repetitivos impropérios com o peso gutural daquela boca cheia de graxa e parafusos do Ferreirinha, o maior mecânico do Brasil porque veste a camisa até debaixo da neve.
Eu ví.
Ricardo Achcar.

11.4.07

O LORENA VAI AO DENTISTA.

Nos comentários do post abaixo, Mestre Sidney Cardoso explica em detalhes o que rola nesta foto. Passem lá e leiam. Please.
FUSCA OVO DE CODORNA III


Esta foto vem do Baú do Mestre Sidney, (no próximo post colocarei a foto toda). Podemos notar que se trata de uma carroceria bem antiga com o vidro traseiro tipo split window, e que a bagacinha foi serrada até o talo pra baixar o centro de gravidade. Demais. Aposto que se o Apuzzo fizesse esse carro ia vender muito.

10.4.07

SIMCA-ACHCAR-by Ricardo Achcar e Ferreirinha.
Mestre Ricardo passará por aqui para nos falar desta obra de arte. Que horas? Não sei, quando ele puder, ok? (Não cobraremos ingresso.)

Aproveitando que o grande Ricardo Achcar está dando uma passadinha pelo Brasil,
resolvi ilustrar seu protótipo de nº100 e motor Simca.
Não tenho maiores detalhes sobre o carro, coisas como seu desempenho nas pistas, detalhes técnicos, etc. Quem os tiver que repasse para todos, por favor.
Este carro é mais uma prova da criatividade dos meninos que metiam a mão na graxa lá pelos anos 60 e 70. Carro lindo de se ver.
Ah, virou pôster, quem quiser é só falar.
OVO de CODORNA II

Será este o mesmo fuca da foto postada ontem?
Quem souber que responda.

9.4.07

ADORÁVEIS FUSCAS


Alguém pode me dizer se este é o famigerado fusca Ovo de Codorna?
Até que ele era bonitinho. O que vocês acham?

4.4.07

JÁ QUE ESTAMOS FALANDO DE ALFAS


E em minha modestíssima opinião esta seria a Alfa mais bela de todas.
Stradalle tipo 33 - 1968.
Ela sintetiza beleza, esportividade e não nega a tradição da Casa Italiana.
Está disponível em pôster tamanho A-3 por R$ 90,00 a unidade.
Pedidos pelo e-mail: mau917@gmail.com. O Correio já está incluído.

3.4.07

2.4.07

EU RICOMENDO!! O GROO VOLTOU??


Esse Blig ou Blog, não importa, é uma graça. Rolei de rir lendo seu conteúdo.
Mas vejam por vocês mesmos...http://bliggroo.blig.ig.com.br/.


Cadê o meu? Taí o sonho de qualquer amante de bólidos de corridas diferenciados.
Uma família de Alfas enfileirada esperando por nossa admiração e suspiros.
Mamma mia. Alguém quer arriscar o nome dos meninos?
Desafio os alfistas de plantão.